A prevenção do bullying precisa fazer parte da rotina das famílias e das escolas. Em reportagem publicada pela CNN Brasil em 7 de abril de 2026, a professora de Psicologia do CEUB Ludymila Borges Santana destacou o diálogo, a observação cuidadosa e a convivência como elementos desse trabalho.
Mudanças como afastamento dos amigos, resistência em ir à escola ou queda no desempenho podem sinalizar que algo merece atenção. Não são, isoladamente, prova de bullying ou diagnóstico de um problema de saúde. A aproximação deve acontecer com perguntas abertas e disposição para ouvir.
Na escola, a prevenção envolve criar espaços de escuta e trabalhar respeito e responsabilidade ao longo do ano. Em casa, demonstrar interesse pelas amizades e pela vida digital pode facilitar conversas sobre experiências difíceis.
Para transformar essas orientações em prática, famílias e equipes escolares podem combinar como compartilhar preocupações e quem acompanhará cada situação. O estudante precisa conhecer um adulto de referência e perceber que seu relato será levado a sério.
A continuidade desse cuidado ajuda a evitar que a resposta se limite a uma palestra ou a uma intervenção isolada.
